Amizade colorida
Desde que me mudei pra cá, não fiz muitos amigos. Acho que isso acontece quando se mora sozinha numa outra cidade onde você não conhece ninguém. Mas, sabe, os poucos amigos que consegui são os melhores. Hoje é domingo e, por aqui, o Sol cai matando muito. O termômetro está marcando quase quarenta graus. Sorte que a minha casa tem ar condicionado e piscina.
Chamei aqueles poucos amigos meus pra vir aqui pra piscina, mas tenho sérias suspeitas de que ninguém vai vir, não me importo muito não, mais liberdade para eu andar pela casa com um biquíni. Mas meus planos foram interrompidos quando a campainha tocou. Tomei um susto e fui olhar quem era.
A única pessoa que não contava que viria. Não há motivos para que eu revele o seu nome, mas ele é muito lindo, diga-se por passagem, apesar de saber que não tenho a menor chance com ele. É muito mais bonito e mais velho que eu, além de saber do rolo que ele tem com uma garota do nosso curso.
Saio correndo até meu quarto e coloquei um vestido de renda, o abotoei até a altura do umbigo, deixando o resto aberto. Assim que abro a porta e vejo aquele homem de quase dois metros na porta com um pack de cerveja nos braços. Sem cerimônia alguma, ele entrou me cumprimentando com um beijo estalado na bochecha me fazendo cócegas com a sua barba. Foi direto para a pia, lavando e colocando as latinhas na geladeira. Fui checar a macarronada, que já estava pronta.
- Não vai vir mais ninguém não? - pergunto colocando o macarrão numa travessa de vidro.
- Parece que não... Uns estão dormindo, porque viraram a noite, outros estão fazendo o TCC. Esse povo com certeza está arranjando alguma desculpa para não sair de casa nesse calor do inferno! - Respondeu com uma voz chateada enquanto colocava os pratos na mesa - Não tem problema, sobra mais macarrão pra mim - e deu uma risada gostosa.
- Nossa! Como você é egoísta, rapaz! - Falo rindo colocando a travessa quente na mesa.
Modéstia parte, o macarrão tava muito bom. Conversamos bastante no almoço. Ele falou da faculdade, to tempo que demorou para de adaptar a viver longe de casa. Largamos a louça do almoço na pia e fomos para o quintal. No fim do gramado, debaixo de um flamboaiã, tinha um futon sobre uma base de pallet e um dossel com pano fino e branco. A sombra da árvore nos fazia uma bela sombra. Ele estava já sem camisa e eu com a saída de praia aberta.
Continuamos a conversa de onde paramos, até que de alguma forma, o assunto parou em relacionamento. Não fazia muito tempo que ele havia terminado um relacionamento relativamente longo com uma garota muito bonita.
- Sabe, depois de algum tempo, você se acostuma com a solteirice - Ele falava olhando para o céu azul com algumas poucas nuvens com a cabeça apoiada nos braços - Só sinto falta do companheirismo também. Nem pelo sexo, eu consigo arranjar algo casual com qualquer uma, não sou romântico o suficiente pra fazer sempre por amor. Mas às vezes sinto falta de ter alguém para conversar sobre qualquer coisa.
- Você pode conversar sobre qualquer coisa comigo! - Falo com uma expressão indignada e irritada.
- Eu não posso depender sempre da sua companhia, garota, a menos que fosse algo a mais que minha amiga! - Ele respondeu sorrindo - Você tem a sua vida para viver. Se bem, que eu até que ficaria com você e sei que você ficaria comigo também.
- Como pode ter tanta certeza disso, sabichão? - Falo com uma expressão incrédula, disfarçando o assombro que sentia.
- Ué! É bem simples, meu bem, você se mostrou desconfortável demais quando falei de outras garotas e não tirou a mão da minha coxa - Respondeu com um sorriso irônico.
Enrubesci. Puta que pariu, como foi que eu não percebi essa merda? Tirei rapidamente minha mão da coxa dele e me sentei, tirei o vestido e fui andando até a piscina. Me joguei nas águas geladas e fiquei boiando nela de barriga para cima que nem a bosta que eu me imaginava no momento. Não demorou muito para que ele entrasse também. Senti suas mãos passando por baixo das minhas costas e dos meus joelhos e facilmente me erguia.
- Hey! Não adianta fugir de mim - Ele falou rindo e encostando seu rosto no meu deixando meus lábios próximos aos seus - Eu vou estar sempre aqui... - E me beijou.
Foi um beijo quente, envolvente... Que beijo! A mão que estava em minha perna foi para a minha cintura, colando a sua com a minha. Meus braços envolveram seu pescoço enquanto minhas mãos acariciavam sua nuca com cabelos grandes e molhados. Nossos rostos se afastaram por alguns segundos. Puxava para trás sua franja do seu rosto e voltamos a nos beijar de maneira mais intensa.
Sua mão escorregava para minha bunda e a apertava contra o seu quadril, eu começava a sentir seu pau endurecer a medida que nos beijávamos. Ele foi andando m até a borda da piscina, onde me imprensava contra a parede da piscina. Seus beijos começaram a ser distribuídos ao longo do meu pescoço. Prendi seu quadril com minhas pernas para sentir seu pau mais enrijecido sobre minha virilha.
Começou a morder meu pescoço enquanto suas mãos começam a mexer meu quadril para cima e para baixo sentindo o seu pau. Ouvia a respiração dele alta em meu ouvido, estava ofegante junto comigo. Os movimentos da sua mão aumentam de ritmo me fazendo gemer mais sentindo seu pau em meu clítoris pelo tecido fino de nossas roupas de banho.
Ele abaixou a parte de cima do meu biquíni e começou a beijar meus seios levemente até chegar no mamilo, onde começava a beijar e a passar a ponta do dedo por ele me fazendo arrepiar muito! Aquilo era surreal para mim, aquele cara ali, fazendo tudo isso comigo e eu sem mover um único músculo para evitar isso. Por alguns segundos ele olhou para mim com um olhar inquisidor e deu um sorriso malicioso, voltou rapidamente a beijar com mais intensidade meus seios, chupando-o e mordiscando-o.
Logo sua mão que estava na minha bunda escorrega por toda extensão até chegar no meu clitóris me fazendo dar um gemidinho. Ficou ali movendo a ponta de seu dedo por ele devagar me fazendo enlouquecer de tesão. Minhas pernas se contraem puxando seu quadril para mais perto do meu. Ele sorriu mais uma vez e foi passando a língua do meu peito até chegar a minha boca, onde me beijava com muita intensidade enquanto seu dedo afastava a parte debaixo do meu biquíni e enfiando um dedo dentro de mim. Aquilo foi... fantástico! Não consegui evitar o gemido, claramente audível mesmo com a boca ocupada com a sua língua.
Ele me levantou e me sentou na beirada da piscina. Sua mão me empurrou para trás para que eu deitasse e afastou para o lado a calcinha do biquíni, me deixando exposta para ele. Ele deu um risinho olhando para mim e começou a passar a língua de cima para baixo lentamente me provocando. Minha respiração a essa altura já tinha ido pro saco, ofegava como se todo o ar a minha volta fosse insuficiente para apagar o meu fogo, e que fogo!
Os movimentos se intensificaram. Ele lambia o meu clitóris e me penetrava com dois dedos, movendo-os lá dentro e saindo, primeiro lentamente e depois mais rápido. Eu estava beirando a loucura e não economizava nos gemidos altos e gritos de prazer. Uma das minhas mãos ia para a cabeça dele, segurando firmemente o seu cabelo, ele se empenhou ainda mais e continuou a me lamber e a me penetrar agora com três dedos. Não preciso contar que não demorarou nem dois minutos para eu gozar, certo?
Quando ele levantou o rosto para olhar para mim sua barba estava úmida, não sabia se era da água ou se era o que saía de mim, mas nem me importei. Ele me puxou para a água de novo e me beijou, me prensando contra a parede da piscina novamente. Minhas mãos foram direto para o pau dele, e comecei a masturba-lo enquanto fazia o mesmo comigo. Comecei bem lentamente, olhando nos olhos dele para ver sua reação a cada movimento da minha mão, depois comecei a acelerar os movimentos e ele mordia meu pescoço, fazendo algumas marcas e chupões nele.
Até que chegou uma hora que ele tirou a minha mão dele e respirou fundo fechando os olhos. Me ergueu, me colocando sentada na beirada da piscina e saiu da piscina. Segurou a minha mão e me levou até a varanda onde voltava a me beijar e começou a desamarrar o meu biquíni, jogando para o lado a parte de cima, deixando meus seios roçando em seu peito. Entramos em casa e não paramos de nos beijar, esbarramos em tudo até ele me jogar no sofá, onde se jogava em cima de mim e continuava a me beijar e não parava de mover suas mãos pelo meu corpo.
Ele começou a tirar a parte de baixo do meu biquíni e eu o ajudei, afinal, não estava muito afim de esperar para os finalmentes. O ajudei a tirar a sunga nos deixando completamente nus no meu sofá abraçados num beijo quente cheio de mordiscadas e beijos no pescoço. Quando ele estava quase me penetrando, ele parou.
- Mas por que caralhos você parou? - Perguntei puta da vida.
- Já volto! - ele falou e se levantou e foi pro lado de fora, completamente nu.
Voltou em poucos segundos com um pacote de camisinha e sorriu pra mim, eu correspondi da mesma maneira. Ele o abriu e colocou rapidamente e, assim que se jogou no sofá novamente, enfiou o seu pau inteiro em mim de uma vez. Eu gritei e já não sabia mais se era de prazer, de surpresa ou os dois, só sei que ele começou devagar e forte e começou a mudar o ritmo, se mantendo rápido, constante e frenético. Eu gritava e gemia demais, os vizinhos devem ter ficado muito putos, mas a aquela altura eu já não sabia mais nem qual era o meu nome. Depois ele apoiou o seu corpo em minhas coxas, e continuou assim, nesse ritmo, me mordendo, beijando, fazendo chupões até chegar a hora em que gozamos.
Eu fui tomar um banho e ele foi comigo, não fizemos nada no banho e nem conseguimos transar de novo naquele dia. Ríamos juntos do que fizemos naquela tarde que prometia não ser nada. Brincamos de jogar sabão um no outro no chuveiro e depois fomos ver um filme da TV comendo pipoca. É, aquela foi uma bela tarde para se passar com um amigo. Não namoramos nem nada, a gente se diverte juntos vez ou outra de novo, mas nada que nos impedisse de continuar amigos. Quem sabe uma hora a gente resolve assumir algo e sair da amizade colorida?
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