O prato do dia

Mais uma maldita manhã de sexta-feira que meu alarme toca as sete da manhã. Estou cansado dessa rotina de dar aula das nove da manhã às onze da noite. Ainda bem que sexta é dia de bar.
A maior merda é que eu sei que vai terminar mais uma semana e tudo vai se repetir. Vou aguentar broxinhas mimados filhinhos de papai, garotas cheias de frescuras que eu nunca colocaria a mão, mesmo com aquelas bucetinhas endinheiradas limpas com notas de euro.
Enquanto dirigia até a universidade, fumava um cigarro tranquilamente. E quem iria me impedir? Foda-se o carro é meu, e só assim pra aturar essa merda de trânsito que pego todos os dias para atravessar essa cidade infernalmente quente,
A sala mais uma vez estava cheia, como sempre. O foda do curso de física é que só entram dois tipos de pessoas: os nerdões ou os que não passaram para mais nada. Boa parte das pessoas da sala são os que não passaram em nada e vão rodando no decorrer do curso até sobrarem dois ou três.
Próximo ao meu horário de almoço, no último tempo de aula da manhã, entrou uma turma que particularmente me chama a atenção. Na terceira fileira, segunda carteira, bem de frente para a minha mesa senta uma garota. Cabelos e olhos castanhos, pele branca, um rosto até bem normal em comparação ao das outras garotas com quilos de maquiagem de quinhentos reais na cara, é a minha aluna mais nova e mais promissora.
É um pouco menor que eu e definitivamente não aparentava ter 18 anos, parecia mais velha, o que era no mínimo excitante pensar que uma pirralha tinha cara e corpo de de mulher. Era a única que valia a pena investir, só por diversão. Ela não parece se importar com meus olhares, talvez nem se importe ou nem note, mas logo farei se importar.
Lá pra metade da aula, um filho da puta começou a jogar bolinhas de papel pela sala. Pouco me fudi pra essa atitude de ensino fundamental até que uma das bolinhas atingisse em cheio a cabeça da garota. Era essa a minha chance.
Peguei a bolinha e fui até a mesa dele. Fiz a expressão mais presunçosa possível com a bolinha em mãos, olhei no fundo daqueles olhos verde vômito e falei com um sorriso de lado "onde prefere que eu enfie essa bolinha em você?". A turma inteira riu quase que em uníssono "talvez, se eu enfiar isso na sua bunda, você vá gostar, que tal sair daqui antes que eu teste a hipótese?"
Ele me olhou com uma cara assustada ao mesmo tempo que queria me matar com um tiro no meio da cara. Se levantou com o rosto vermelho e falou "Pois saiba que meu pai vai ficar sabendo disso!" E passou por mim dando um empurrão com o ombro que quase me fez cair. Sorri ajeitando meus óculos em meu rosto e falei antes dele sair "Quando perder essa voz de adolescente na puberdade, você volta para a minha aula" E a turma riu novamente quando ele bateu a porta forte. Claro, essa demonstração de superioridade fez meu ego aumentar o suficiente.
Algum tempo mais tarde, num restaurante perto da universidade, eu procurava uma mesa para me sentar quando vi aquela garota sentada almoçando sozinha, que bela presa para essa tarde, hein! "Posso me sentar com você?" perguntei e ela respondeu que sim, oferecendo a cadeira que estava a sua frente.  Assim que me sentei lembrei de que não fazia a menor ideia de qual seria o nome dela. Bom, não importa, é só eu não trocar o nome na hora da foda que estava tudo certo.
Conversamos praticamente o almoço inteiro sobre vários assuntos e, a partir disso, descobri muitas coisas sobre sua vida, como o fato dela ter três irmãos, ser a única que chegou ao ensino superior e que seus pais moravam no interior, enquanto ela morava sozinha. Quando íamos embora, ela pagou meu almoço. Claro que insisti pra que eu pagasse, mas ela insistiu, o que eu poderia fazer? É bom que eu deva a ela um favor, que logo foi pago quando ofereci a ela carona para a volta para casa, tinha muito tempo antes da primeira aula da tarde.
Depois de uma viagem conversando bastante enquanto estudava aquele short e aquela camisa regata que ela usava, um tanto fáceis para o acesso de onde eu quero. Parei em frente a um prédio branco de cinco andares não muito longe do meu. Ela me convidou para subir e eu fui, parece que pensava o mesmo que eu, afinal. O apartamento da cobertura não era de todo luxuoso, mas era um tanto aconchegante. Me sentei no sofá enquanto ela serviu duas latas de cerveja. Bebemos e continuamos conversando.
Não muito tempo depois, ela já estava em cima de mim, me beijando e esfregando seus peitos durinhos sobre o meu corpo já sem camisa, estava sentado e ela fazia todo trabalho enquanto minhas mãos exploravam seu corpo sabendo os pontos que fariam com que ela enlouquecesse nas minhas mãos. Toquei cada canto de seu corpo, sentindo seus mamilos durinhos, a maciez dos seus peitos, nos quais deixei manchas roxas de chupões e, é claro que ela não reclamou dos que estavam espalhados pelo seu pescoço e coxa. Quando meus dedos tocaram por cima de seu short, já pude sentir a umidade de lá. "Já está assim antes de eu sequer tocá-la?" perguntei com a voz maliciosa em seu ouvido logo dando uma mordiscada quando meus dedos passavam pela região por dentro da calcinha de rendinha que ela usava. Não tive resposta da pergunta, mas não precisava também, a resposta veio apenas com o gemido baixo que ela soltou quando meu dedo brincava habilidosamente seu clitóris.
Abri o zíper da minha calça e tirei meu membro duro de dentro dela, mal precisei me dar ao trabalho de levá-la até ele, ela já se abaixou prontamente lambendo-o como se estivesse morrendo de vontade de fazer isso há muito tempo. Enquanto lambia da base até a ponta, meus dois dedos entravam na sua bucetinha apertada o que fez ela chupar mais e mais, enfiando tudo na boca até a garganta. Mas essa cachorra me chupou com tanta vontade que quase gozei, mas consegui evitar, reservando só para quando ela estivesse quicando no meu pau, o que também não demorou muito tempo. Ela quicava e rebolava, suas bochechas estavam coradas, e seus lábios vermelhos de tanto que ela os mordia. Não demorou muito para que ela gozasse bem gostoso quando rebolava, e eu também em seguida.
Peguei meu carro e voltei dirigindo para a universidade com meu pau ainda pulsando. Aquela pirralha faz um bom trabalho no fim das contas! Mas acho que aquela foda não foi o suficiente. Não, não foi, teremos que fuder mais, todos os dias, até minha vontade acabar. De dia agir como professor e de noite como comedor, não é uma má ideia... Realmente... Voltei lá na mesma noite. Pensa que eu dormi? Não hahahahaha. Bebemos e fudemos até o amanhecer, meu pau pareceu que iria afinar, mas não me importei, sábado repetimos isso e domingo também, e todos os outros dias.

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